sexta-feira, 10 de julho de 2009

Top 10









TOP 10 VILÕES

Há o que busca Poder, há o que é louco, há o ambicioso, há o que simplesmente não gosta de nós, há o que quer vingança, e/ou há o que é, enfim, apenas mau por natureza. Vilões nos videojogos! Um bom vilão é aquele que torna-se na força motriz que nos faz querer chegar ao fim dum jogo, ou aquele que até nos assusta e intimida, ou o que pura e simplesmente torna-se um obstáculo tão grande que a sua importância no jogo é pura e simplesmente incontornável. Enfim. Muitas variações. Dos jogos que eu joguei na minha vida, quais os mais marcantes para mim? Ei- -los! Os Top 10 vilões das minhas cruzadas.

ATENÇÂO!!! Existem nesta lista "spoilers" para quem não jogou alguns destes jogos. Dito isto...




10 - FRANK FONTAINE – Bioshock


Ora aqui está um crápula, para iniciarmos da melhor(ou pior) maneira! Este tipo é má rês e pronto! Ele usa-nos o jogo todo, fazendo-nos crer que é Atlas: um cidadão de Rapture que ainda está são e precisa da nossa ajuda para que possa escapar com a sua familia desta metrópole sub-aquática perdida. Pelo jogo fora, vamos vendo vários posters de Atlas e vamos apanhando depoimentos e relatos de que este Atlas é um verdadeiro lutador dos fracos e oprimidos de Rapture, que até detém um orfanato para os orfãos, enquanto lidera uma revolução contra a opressão de Andrew Ryan. A verdade?



Ele é Frank Fontaine, um cntrabandista/mafioso/agiota da cidade de Rapture, á procura do monopólio completo! Nunca existiu Atlas! Ele enganou os cidadãos de Rapture criando a figura mítica de Atlas e engana-nos também até meio do jogo, fazendo-nos livrar de Ryan e dar-lhe o controlo absoluto de Rapture, além de acesso a doses de Adam que permitem-lhe transformar-se num ser de poder incomparável. O pior é que ele ainda vai nos provocando pelo jogo fora por rádio ou tentando fazer com que nos juntemos á sua causa. Chegar ao final do jogo e dar cabo deste tipo, vendo as Little Sisters auxiliando-nos, torna-se de facto gratificante. Fontaine merece um lugar nesta lista, pelas piores razões, ou não estivéssemos a falar de vilões nesta lista. Mau menino…







9 - DR WILY(E OS SEUS ROBÔS) – Série Mega Man




Mega Man! Das séries preferidas da minha infância. Desde a música de 8 bits sempre fantástica, aos níveis variados, à jogabilidade intuitiva e simples(e, por vezes, frustrante), até aos nossos principais alvos: os Robôs, os bosses de cada um dos níveis, criados pelo cientista do mal, Dr. Willy. Este homem, de bigode generoso, consegue sempre de alguma maneira escapulir e voltar a lançar o caos no mundo, apesar de no final de cada jogo o determos..e prendermo-lo…e por vezes destruir-lhe, até… Pronto, nexo na história deste vilão de Mega Man naõ é coisa que se encontre facilmente, mas não precisa!!




Mega Man é acção e plataforma na sua melhor forma, e isso é que interessa. A luta final com Dr. Willy em quase todos os jogos desta longa série, após eliminar os bosses/robôs de cada nível, já é formula garantida e continua a funcionar. E a satisfação de se ganhar o poder de cada um destes robôs após a sua derrota, é sempre um aliciante. A varieadade ao longo desta série das já dezenas de diferentes robôs por ela afora é notável…embora, alguns não sejam lá muito bem sucedidos, vamos ser sinceros.. Mas a maior parte, é fantástica! Após o excelente regresso de Mega Man 9 ao formato de 8 bits em toda a sua glória, é esperar que Dr. Willy escape do cativeiro de novo e acabe a sua nova remessa de 8(ou mais) robôs do mal, para mais umas horas de diversão. Despacha-te, Bigodes!!







8 – DR. ROBOTNIK – Série Sonic The Hedgehog




O nosso segundo Dr. marado. Mas onde raio é que estes tipos andam a buscar os seus doutoramentos? Talvez naquela universidade mais conhecida por trazer um outro incompetente para a nossa sociedade, a Universidade Independente? Afinal, foi lá que Sócrates tornou-se “engenheiro”..pois… “engenheiro”… Embora Robotnik seja um pouco estúpido, o que me faz pensar na Universidade dos Açores, seio original dos Reis da Estupidez: os Tunalhos. (Vingança!) Enfim, quem já não pulou para cima da tola deste badochas no topo da sua nave? Até aqueles que pouco jogam videojogos têm na memória um qualquer nível de Sonic e sua subsequente luta com a nave ou engenho de Dr. Robotnik, para depois libertar os pobres animais que estavam para ser transformados em robôs.




Dr. Robotnik, ou Eggman ou como queiram chamar-lhe, só não está num lugar mais elevado nesta lista, porque após Sonic Adventure 2 na Dreamcast, esta série tem, infelizmente para mim, descido em grande qualidade. Sonic Unleashed?! Que tal, “Sonic: O Que Raio Se Passou Com Este Jogo Que Era Divertido Mas Que Agora É Insuportável E Com Um Sonic Lobisom…Qualquer Coisa..”? É pena que já não consigam fazer um jogo bom do ouriço azul, o que até nem deveria ser muito difícil, seria só seguir a fórmula do Passado. Mas na mesma, um tipo que transforma coelhos e pássaros e outras criaturas inocentes ou (teoricamente)amorosas em robôs, é um tipo muito mau mesmo. Não se faz…Sniff…








7 – NEMESIS – Resident Evil 3:Nemesis





O que foi isso?! Alguém disse S.T.A.R.S.?! Ah, era só impressão minha… Permitem-me que explique: Ao jogarem Residente Evil 3, pelo jogo fora vão encontrar este tipo por dezenas de vezes a caminhar lenta(de início), mas poderosamente, na vossa direcção. A vossa reacção imediata será tentar fugir deste colosso a não ser que se sintam confiantes e tenham uma Magnum, caçadeira ou outro arsenal forte e munições em bom número, ou muitos First Aid Kits e ervas verdes. Ele é dificil de derrubar e se nos apanha, é quase Game Over.




Mesmo depois de derrubado, ao sairmos do primeiro local onde ele se encontra, somos agraciados com uma cutscene em que vemos ele a levantar-se de novo, ou seja, vamos ter de o encontrar muitas vezes mais. Toda a vez que temos uma cena com esta beldade, a primeira coisa que ouvimos na área ao entrarmos, é Nemesis a grunhir de uma maneira estranhamente audível “S.T.A.R.S.”, a força de elite a que a nossa personagem(Jill Valentine) pertencia no jogo Resident Evil original. A missão deste mutante zombificado é eliminar quem pertencia a esta equipe, ou seja, nós. Ele derruba paredes, levanta carros e tem uma bazuca, por amor de Deus! Ele até é a capa do jogo. Este monstro dá-nos tantos momentos de tensão apenas com uma palavra, e isso é, pura e simplesmente, Poder! Poder de Gajo Muito Ruim!!!








6 – GANONDROF: Série Legend of Zelda




Legend of Zelda e todas as suas sequelas, são jogos que na sua maioria, merecem nota 10. Tirando os terríveis Zelda na Philips Cdi e uma ou outra variação da série, os da série principal são sempre algo de muito, muito bom. A par de Super Mário Bros. e Metroid, esta é outra série divinal de Myamoto, o criador do canalizador, de Samus Aran e de Link, o protagonista de Zelda. E com todo o protagonista, vem o seu antagonista: Ganondorf.





Desde parecer mais um javali que outra coisa em A Link to the Past, passando pelo aspecto de cavaleiro negro e Rei dos Ladrões em Ocarina of Time e Majora’s Mask, até ao aspecto de semi-deus no final do mais recente Twilght Princess, este personagem, de todas as vezes, só tem uma coisa em mente: o Triforce. É mau, sedento de poder, consegue sempre pôr as suas mãos impuras em Zelda e, felizmente, dá-nos uma carrada de trabalhos e horas atrás de horas no mundo de Hyrule. Os fãs querem que Ganon volte de novo ás suas tramóias por uma razão simples: para jogar um novo Legend of Zelda. Um vilão muito bom para uma série maravilhosa, e por isso, leva um estatuto acima da média nesta lista.








5 – KEFKA PALAZZO– Final Fantasy VI





Uau, este tipo é mesmo marado! Uns podem chamar-lhe de louco ou maníaco, mas além disso, ele é uma coisa garantida: mau como as cobras! Final Fantasy VI é um jogo um pouco obscuro para os europeus pois a versão original da Super Nintendo não chegou á Europa, mas mais tarde surgiu num relançamento para a Playstation One perto do fim de vida desta consola, daí muitos não conhecerem este vilão. Pois eu conheci e fiquei mesmo admirado por nunca ter ouvido antes falar deste sujeito.



Final Fantasy VI é o meu segundo jogo preferido da série e o seu vilão principal não fica atrás. É metade secretário do comandante do exército imperial opressor, metade mago principal, metade palhaço e metade, enfim, louco e mau. A melhor comparação que arranjo é a brilhante versão de Joker de Heath Ledger em The Dark Knight. De facto, vendo o filme, uma das coisas que me vinham á memória vendo-o era que este Joker era Kefka!! Anárquico, louco, engenhoso e mau. Nunca li os comics originais de The Dark Knight onde o filme se inspirou, mas estou muito curioso para saber se o seu criador, Frank Miller, não terá jogado Final Fantasy VI. Apesar de vilão, Kefka ganhou uma legião de fãs, tal como o novo Joker, só que há mais de 10 anos antes deste último. Grande jogo! Vilão ainda melhor!







4 – BOWSER – Série Super Mario



A par de Sonic e Tetris, o jogo que o maior número de pessoas já jogou foi Super Mario Bros. Ou no passado distante, ou no presente ou no futuro, não passou, passa ou passará um segundo no mundo sem que um ser humano não esteja a controlar o canalizador num dos seus muitos jogos. Tudo para resgatar a princesa Peach/Toadstool das garras deste lagarto ou tartaruga gigante. Bowser não é lá muito esperto, de facto, é um bocado tapado, por todas as vezes que já falhou nos seus intentos de desposar a pobre rapariga.



Mas é um ícone como o antagonista principal de Super Mario e isso tem de lhe dar um peso acima dos outros. Seja a versão original da NES, seja a versão de Mario 64, seja a versão em Super Mario Galaxy, o design deste personagem não foge muito em todas as frentes (nem o seu cérebro) e isso dá-lhe uma consistência invulgar no mundo dos videojogos. Pelos níveis e aventuras e pulos que Bowser nos fez dar controlando Mario, este réptil cuspidor de fogo merece grande destaque. ….Merece, mas não há muito mais a dizer sobre ele… Por isso, passem lá para o Nr….


3 – ALESSA?...DAHLIA?... ENFIM, A CIDADE DE SILENT HILL – Série Silent Hill



Dificilmente encontrarão um mundo nos videojogos tão perturbante como a cidade de Silent Hill. Este é um Survival Horror, logo, Terror e Medo são as palavras do dia. Uma pequena cidade do interior norte-americano que, através de rituais satânicos ou algo parecido, transformou-se num local quase deserto e os pouquíssimos sobreviventes ainda humanos que restam não têm os parafusos todos no sítio. Ao entrarmos na cidade deparámo-nos com nevoeiros cerradíssimos, monstros assustadoramente disformes e cenas muito, mas muito pertubadoras. Silent Hill funciona tão bem, que mesmo em alturas sem perigo, toda a atmosfera do jogo e som nos deixa ligeiramente com “cagufa”.


O pior, é quando vem a Escuridão. Silent Hill, que antes já de si era assustadora, transforma-se numa versão metalizada e disforme de si mesma. Paredes de carne humana, cadáveres disformes de humanos(ou não) suspensos em ganchos, sangue..enfim, algo muito doentio. É difícil atribuir responsabilidades no mundo de Silent Hill por este Inferno. Alessa? Uma menina que trará a encarnação de Samael, o anjo da Morte, ao Mundo. Dahlia Gillespie? A mãe perturbada e doentia de Alessa, que sacrifica a sua própria filha aos seguidores do seu culto? Os seguidores do culto de Samael em Silent Hill? O próprio Samael? O presidente Bush? O maior opressor deste jogo é mesmo a cidade de Silent Hill pela sua atmosfera, ambiente de pesadelo e perturbação absoluta. Quem jogar algum jogo da série à noite, só com a luz da televisão acesa, terá uma das experiências mais incômodas e assustadoras que se pode encontrar no mundo dos videojogos e vai desejar que Silent Hill não saia pela tv afora. Só não joguem Silent Hill 4: The Room. Que perca de tempo…..





2 – REVOLVER OCELOT – Série Metal Gear Solid




Uma série de qualidade acima da média, sempre apetrechada de personagens variadas, complexas e ricas. Entre elas, uma das mais consistentes e frequentes, Revolver Ocelot. Uma personagem mais complexa e inteligente do que aparenta de ínicio, Revolver surge em Metal Gear Solid como um velho pistoleiro com mira acima do normal, com uma certa afinidade para a tortura, como podemos sentir na pele no decorrer do jogo da Playstation One. Revolver apresenta uma das primeiras lutas de boss do jogo com grande engenho, algo já de esperar na série. Regressa em Metal Gear Solid 2 como, aparentemente, a principal ameaça do jogo, liderando um exército que busca reactivar o projecto Metal Gear. No terceiro jogo da série, deparámo-nos com a versão jovem(e russa) e um tanto inexperiente de Revolver Ocelot, que na mesma faz-nos a vida difícil.

No quarto capítulo desta série, o absurdamente magnífico Metal Gear Solid 4: Guns of The Patriots, ele é o principal bad boy do jogo e opressor principal de Solid Snake. Ou melhor, é e não é… O corpo é o dele, mas a personalidade é de Liquid Snake, o irmão gêmeo do herói Solid Snake e príncipal vilão de Metal Gear Solid 1. É que após perder o seu braço em MGS2, Revolver implanta o braço do falecido Liquid em si. Isso faz com que Liquid tome conta de seu corpo. Confusos? Não se admirem, é Metal Gear Solid. Estava indeciso entre este personagem ou Liquid Snake, mas por ser mais consistente em toda a série e sempre um adversário de grande destaque na mesma, Revolver Ocelot é o meu segundo vilão preferido nos videojogos.




1 – SEPHIROTH – Final Fantasy VII



A sério, pessoal. Que dúvidas poderiam haver? Se virem a secção “Acerca de mim” no canto superior direito vão ver que a imagem que escolhi foi Sephiroth. Final Fantasy VII é um jogo já mítico para fãs de R.P.G.s, e não só. Entre os milhares de elogios que eu poderia romper a este jogo vou ter de guardar-me e limitar a justificar porque Sephiroth é “O Vilão”, para mim. Desde a complexa personalidade deste personagem até à sua história pessoal, passando pelo seu estilo e transformações, Sephiroth é acima de tudo inesquecível e marcante. Basicamente, é o antagonista que difícilmente seria mais perfeito para este jogo, ou outros até.

Na lista dos seus feitos, pode se incluir o facto de ele incendiar Nibelheim, a cidade natal de Cloud, o herói do jogo; liquidar quase todos os funcionários da sede da Shinra(a empresa reinante na sociedade do jogo); manipular o nosso herói a fazer-lhe a vontade de uma maneira poderosa; ressuscitar Jenova, um mal extra-terrestre que caiu dos Céus muitos anos antes e por pouco não exterminou o Mundo, a quem ele chama afectuosamente de Mãe, pois Sephiroth foi gerado através do ADN dela; invocar um meteoro gigantesco que por pouco não liquida o planeta; e torna-se no final um autêntico Deus alado que temos de eliminar, ao som de uma poderosa música orquestral com um coro que canta em Latim e grita imperiosamente “Sephiroth!”.

Mas de longe, o feito que os fãs deste jogo jamais esquecerão e um dos momentos mais poderosos em qualquer videojogo na História, é a queda de Sephiroth do céu, com a Masamune(sua gigantesca espada) em punhos, trespassando o peito de Aeris, uma personagem da nossa troupe, das mais importantes na narrativa do jogo e das mais queridas pelos fãs. Toda a sequência, diálogo e música da morte de Aeris é emotiva, chocante e arrepiante, em especial pela primeira vez. Sephiroth tornou-se tão, ou mais popular que o herói Cloud, outra personagem que também pode se gabar de uma legião de fãs, tal é a impressão que deixa nos jogadores. Ele é tâo mau e bom ao mesmo tempo, que merece não só um, mas dois videos seus nesta lista. Um que é uma espécie de tributo com o fantástico tema da luta final com Sephiroth, "One Winged Angel", e um outro que mostra a sequência da morte de Aeris numa versão reduzida. Apreciem.





2 comentários:

Hélder Medeiros disse...

DR. ROBOTNIK, definitivamente o mais malvado de todos! Aliás, é só ver o bigode do gajo! Homem com bigode daqueles não é de confiar!

Hélder Medeiros disse...

E isso por aqui, não se actualiza?!

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